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Lula classifica Netanyahu como 'extremista'

Brasileiro também cobrou maior intervenção de Biden no conflito

(ANSA) - BRASILIA, 01 dezembro 2023, 15:03

Redação ANSA

ANSACheck

Lula na COP28 em Dubai © ANSA/EPA

(ANSA) - O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como "extremista" o premiê israelense, Benjamin Netanyahu; declarou que o mandatário americano, Joe Biden, não teve "sensibilidade" para frear os ataques israelenses contra a Faixa de Gaza; mas também chamou de "terrorista" o ataque do grupo radical Hamas contra a população civil israelense.

"Netanyahu é efetivamente extremista, de extrema direita, sem sensibilidade com os problemas dos palestinos, ele pensa que os palestinos não significam nada. Ele precisa aprender que os palestinos precisam ser respeitados, sua terras marcadas", opinou o progressista em entrevista á TV Al Jazeera divulgada nesta sexta-feira (1).

O mandatário disse que o Hamas cometeu um ataque "terrorista" em 7 de outubro e afirmou que Israel "tem direito a se defender, mas isso não significa matar mulheres, crianças e inocentes: "Não jogue bombas quando você não sabe que está lá".

No entanto, o líder sul-americano cobrou do presidente democrata Biden que pressione o governo de Tel Aviv para pôr fim aos bombardeios contra Gaza.

"Não consigo entender como Biden, o presidente do país mais importante do mundo, não cobrou de Israel o fim da guerra. Eles influenciam muito Israel e poderiam ter parado a guerra". Lula está em Dubai, nos Emirados Árabes, participando da cúpula ambientalista COP28 à margem da qual deve se reunir com o presidente israelense, Isaac Herzog.

Lula ainda não falou com Netayahu, mas ja teve conversas telefônicas com Herzog para solicitar a repatriação de mais de 30 brasileiros de Gaza.

Defensor da solução pacífica do conflito, o petista voltou a propor a criação de um estado palestino junto com Israel, respeitando o estabelecido pela ONU.

O Brasil teve a presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU em outubro, quando suas propostas de cessar-fogo e criação de um corredor humanitário não foram aprovadas.

"Está faltando autoridade da parte dos cinco membros permanentes do Conselho, ninguém respeita mais o Conselho. Falta governança no mundo", sublinhou Lula.
   

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