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Hamas diz que analisará proposta de cessar-fogo com Israel

Grupo também afirmou que ataque em Jenin não ficará sem resposta

TEL AVIV, 30 janeiro 2024, 11:32

Redação ANSA

ANSACheck

Palestinos buscam sobreviventes após ataque de Israel © ANSA/EPA

(ANSA) - O grupo fundamentalista islâmico Hamas anunciou nesta terça-feira (30) que recebeu uma proposta de cessar-fogo apresentada após negociações em Paris e confirmou que a estudará.

Segundo o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, a decisão será tomada "com base no fato de a prioridade ser parar a agressão, o ataque brutal a Gaza e a retirada completa das forças de ocupação da Faixa".

No entanto, ele disse estar disponível para "discutir qualquer iniciativa ou ideia séria e prática, desde que conduza à cessação total da agressão".

"O movimento está aberto a discutir qualquer iniciativa ou ideia séria e prática, desde que conduza à cessação completa da agressão e garanta o processo de acolhimento para o nosso povo, para as pessoas que foram forçadas a ser deslocadas pelas medidas de ocupação, para aqueles cujas casas foram destruídas, bem como a sua reconstrução", explicou Haniyeh.

De acordo com chefe da organização, também é esperado "o levantamento do cerco e a implementação de um sério processo de troca de prisioneiros que garanta a liberdade dos nossos heroicos prisioneiros e ponha fim ao seu sofrimento".

Por fim, Haniyeh destacou que a "liderança do movimento recebeu um convite para ir ao Cairo, no Egito, para discutir o projeto de acordo que emergiu da reunião em Paris e os requisitos para a sua aplicação", com base em "uma visão que concretiza os interesses nacionais dos nossos povos num futuro próximo".

Enquanto isso, membros das forças israelenses mataram três pessoas no hospital de Avicena, em Jenin, no norte da Cisjordânia, informou o Ministério da Saúde palestino nesta manhã.

Por sua vez, as tropas de Israel alegam ter "neutralizado três terroristas" neste hospital, sendo o primeiro "Mohammed Jalamneh, um terrorista do Hamas que planejou um ataque inspirado no 7 de outubro". Já os outros dois são Mohammed Ghazawi, "um agente dos Batalhões Jenin, e o seu irmão Basel Ghazawi, da Jihad Islâmica".

O Exército explicou que Jalameh "tinha contatos com o quartel-general do Hamas no exterior". "Além disso, transferiu armas e munições a terroristas para promover ataques armados".

"Durante muito tempo os suspeitos se esconderam em hospitais e nos usaram como base para planejar atividades terroristas e conduzir ataques terroristas, na crença de que a exploração dos hospitais lhe servia como proteção contra atividades de segurança contra o terrorismo", destacou.

Para as tropas israelenses, este "é mais um exemplo cínico da utilização de áreas civis e hospitais como abrigos e escudos humanos por organizações terroristas".

Já o grupo fundamentalista islâmico reforçou que "as forças de resistência, que juraram lutar contra a ocupação até à sua expulsão, não se intimidam com as mortes ou crimes do inimigo".

"É um crime covarde que não ficará sem resposta", escreveu o Hamas no Telegram, ressaltando que está de "luto pelos mártires" mortos pelo Exército israelense enquanto se escondiam no hospital em Jenin.

Por outro lado, a Jihad Islâmica afirmou que não negociará acordos sobre reféns israelenses se não houver “cessar-fogo global e retirada das forças de Israel de Gaza”.

A declaração foi dada pelo secretário-geral da organização, Ziad al-Nakhala, segundo a imprensa local. A Jihad mantém prisioneiros israelenses na Faixa de Gaza.  

Já o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que não vai retirar suas tropas da Faixa de Gaza e não soltará os prisioneiros palestinos.

“Não retiraremos o Exército de Gaza e não libertaremos centenas de detidos”, declarou ele, referindo-se aos rumores de que o projeto de acordo mediado em Paris prevê a soltura de prisioneiros palestinos em troca dos reféns.

Nos acordos anteriores, a relação era de um refém em troca de três palestinos detidos. “Isto, não é mais uma rodada, uma troca de golpes, mais uma operação, uma vitória completa”, acrescentou Netanyahu sobre o conflito. (ANSA)


   

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