/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Resposta de Israel ao Hamas é 'desproporcional', diz Lula

Resposta de Israel ao Hamas é 'desproporcional', diz Lula

Presidente discursou à União Africana e criticou extrema direita

SÃO PAULO, 17 fevereiro 2024, 11:16

Redação ANSA

ANSACheck

Destruição provocada por ataques israelenses em Rafah, na Faixa de Gaza © ANSA/EPA

(ANSA) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado (17), em discurso na cúpula da União Africana em Adis Abeba, capital da Etiópia, que a resposta de Israel aos atentados do Hamas é "desproporcional".

Em seu pronunciamento, o petista afirmou que "ser humanista implica condenar os ataques perpetrados" pelo grupo fundamentalista islâmico e "demandar a libertação imediata de todos os reféns".

No entanto, ressaltou que, da mesma forma, é necessário rechaçar a "resposta desproporcional de Israel, que vitimou quase 30 mil palestinos em Gaza - em sua ampla maioria mulheres e crianças - e provocou o deslocamento forçado de mais de 80% da população".

"A solução para essa crise só será duradoura se avançarmos rapidamente na criação de um Estado palestino que seja reconhecido como membro pleno das Nações Unidas", declarou.

Durante o discurso à União Africana, Lula também afirmou que as crises em curso no planeta "decorrem de um modelo concentrador de riquezas" e "atingem sobretudo os mais pobres", incluindo imigrantes.

Contudo, segundo o presidente, a "alternativa às mazelas da globalização neoliberal não virá da extrema direita racista e xenófoba", que costuma utilizar a imigração como cavalo de batalha.

"Só um projeto social inclusivo nos permitirá erigir sociedades prósperas, livres, democráticas e soberanas. Não haverá estabilidade nem democracia com fome e desemprego", disse.

Lula também destacou o "imperativo de proteger as duas maiores florestas tropicais do mundo", na Amazônia e na República Democrática do Congo, e defendeu a criação de um "verdadeiro cinturão verde" nos países do Sul Global.

"Em conjunto com parceiros africanos, o Brasil quer desenvolver e construir uma família de satélites para monitorar o desmatamento", disse. (ANSA)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use