/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

UE cede a agricultores e retira projeto sobre pesticidas

UE cede a agricultores e retira projeto sobre pesticidas

Plano previa reduzir agrotóxicos pela metade até 2030

ESTRASBURGO, 06 fevereiro 2024, 14:10

Redação ANSA

ANSACheck

Tratores diante do Parlamento Europeu, em Estrasburgo © ANSA/EPA

(ANSA) - A presidente do poder Executivo da União Europeia, Ursula von der Leyen, propôs nesta terça-feira (6) a retirada de uma proposta que restringiria o uso de pesticidas nos Estados-membros, em meio à onda de protestos de agricultores no bloco.

A medida atende a uma das principais reivindicações da categoria e é uma tentativa da Comissão Europeia de aplacar as manifestações que bloquearam ruas e estradas em diversos países da UE, como Alemanha, Bélgica, França e Itália, nos últimos dias.

"Nossos agricultores merecem ser ouvidos. Sei que estão preocupados com o próprio futuro e com o futuro da agricultura, mas sabem também que a agricultura deve adotar um modelo de produção mais sustentável", disse Von der Leyen em discurso no Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

Segundo ela, a proposta original, integrante do plano de transição verde da UE e que previa reduzir pela metade o uso de pesticidas químicos até o fim da década, havia se tornado um "símbolo da polarização", e a Comissão Europeia deve apresentar "um novo projeto, mais maduro", no futuro.

A tarefa deve recair sobre outra gestão, uma vez que a UE vai às urnas em junho para renovar o Parlamento e o Executivo, e Von der Leyen ainda não anunciou se pretende tentar a reeleição.

Em seu pronunciamento, a alemã também afirmou que os agricultores são "os primeiros a sentir os efeitos da mudança climática". "Secas e inundações destruíram colheitas e ameaçaram o gado", destacou a presidente, defendendo também subsídios para o setor.

Enquanto Von der Leyen discursava, uma centena de tratores bloqueava a entrada do Europarlamento para protestar contra as políticas europeias para a agricultura.

Na Itália, o líder dos protestos, Danilo Calvani, afirmou que a retirada da proposta sobre pesticidas "é um ponto de abertura importante" e a primeira medida "parcialmente positiva" dos últimos dias.

"Estamos no caminho certo, mas nossa mobilização continua. Pedimos a anulação de todos os pactos bilaterais com países de fora da UE que nos estão matando", acrescentou.

Já o ministro da Agricultura da Itália, Francesco Lollobrigida, cunhado da premiê Giorgia Meloni, disse que a Comissão Europeia acatou propostas do país.

"É preciso limitar os agrotóxicos apenas quando se é capaz de proteger as produções com métodos alternativos. Combatemos desde o início uma abordagem ideológica sobre o tema, que teria tido um efeito devastador nas produções e limitadíssimo no meio ambiente", declarou. (ANSA)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use