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Israel dá até 10 de março para Hamas libertar reféns

País judeu ameaça fazer incursão de larga escala em Rafah

ROMA, 19 fevereiro 2024, 11:28

Redação ANSA

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Palestinos brincam em acampamento para deslocados em Rafah, sul da Faixa de Gaza © ANSA/EPA

(ANSA) - O governo de Israel deu até o início do Ramadã, o mês sagrado do Islã, em 10 de março, para o Hamas libertar os reféns sequestrados em 7 de outubro e evitar uma ofensiva em larga escala na cidade de Rafah, no extremo-sul da Faixa de Gaza.

O município fica na fronteira com o Egito e abriga atualmente 1,5 milhão de pessoas, muitas delas refugiadas de outras regiões do enclave e que não teriam mais para onde fugir no caso de uma incursão israelense.

"O mundo e os líderes do Hamas devem saber que se nossos reféns não estiverem em casa até o Ramadã, os combates continuarão na área de Rafah", disse o ministro do gabinete de guerra de Israel, Benny Gantz.

"Faremos isso de modo coordenado, em diálogo com nossos parceiros americanos e egípcios, para facilitar a evacuação e reduzir ao mínimo o número de vítimas civis", acrescentou.

O Ministério da Saúde de Gaza, enclave controlado pelo Hamas, diz que a ofensiva israelense já matou mais de 29 mil palestinos, em sua maioria mulheres e crianças, mas a comunidade internacional teme um massacre ainda maior no caso de uma incursão em Rafah.

"As pessoas que estão em Rafah foram para lá a pedido do exército israelense e não podem sumir no céu, elas precisam poder voltar ao norte e, para isso, é necessária uma trégua", disse a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock.

No entanto, ela acrescentou que o Hamas é "fortemente ativo" em algumas áreas de Rafah e precisa "depor as armas". "Para nós, Israel tem direito de se defender", ressaltou. (ANSA)

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